Afagos e Dengos - Ateliê Bebe em Porto Alegre

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Quem Somos

Atuamos no mercado de decoração infantil desde 2005 com o intuito de oferecer aos nossos clientes um atendimento diferenciado. Temos a disposição uma equipe qualificada, designers talentosos que trazem novidades feitas somente pela a Afagos e Dengos, assim como móveis, decoração, papéis de parede, enxoval, lembranças para maternidade, bolsas e claro a confecção própria de Kits de berço e Kits de cama de Babá. Ambientes confortáveis e aconchegantes que trazem idéias dos quartos que desejamos para seus bebês. Visite nossa loja no Shopping Praia de Belas e descubra um mundo novo, onde transformamos seus sonhos em realidade.

Nosso Blog

 

Você provavelmente já reconhece quando seu bebê precisa de algo ou está com alguma dor por causa do choro. Mas você sabe quando ele está se sentindo feliz? Cada vez que ele sorri, segura na sua mão ou simplesmente a olha calmamente, pode ser um sinal de que ele está melhor do que imagina. "O vínculo familiar estimula a criança a ser mais tranquila, o que é um sinal de bem estar", afirma Tânia Shimoda, pediatra assistente do Instituto da Criança, do HC de São Paulo. Veja mais alguns sinais.

 

Aconchego

O toque da mãe e do pai faz a criança se sentir confortável. É por isso que muitas vezes o bebê chora quando é examinado por algum médico, ou quando está próximo a outras pessoas, mas fica calmo no colo dos pais. Essa interação é importante e a proximidade da família tranquiliza e deixa o bebê feliz.

A movimentação

A linguagem corporal do seu filho pode ser um sinal do que ele está sentindo. “Nos bebês com um pouco mais de controle para sentar, ele vai direcionar a movimentação do corpo para a mãe, ou vai engatinhar em direção a ela”, diz a pediatra. A presença dos pais é um estímulo e a resposta a ele é sinal de uma criança saudável.

 

Objetos coloridos

Através de uma estimulação visual, com um objeto colorido ou com algum brinquedinho como um chocalho, o bebê sorri e vai a procura desse objeto. “Se for um bebê menor ele movimenta a cabeça, se for um bebê maior, ele vaestender a mãozinha. O bebê que já engatinha, vai atrás”, afirma Shimoda.

 

A voz

O bebê que balbucia palavras na hora que você fala com ele também está “falando". Ele sente prazer em ouvir uma voz familiar de carinho. Se ele sorri a qualquer interação, é outro indício de que está contente.

 

Dormir bem

A criança que tem um sono tranqüilo e uma alimentação adequada expressa maior contentamento. Quando os pais mostram um alimento e o bebê abre a boca ou se movimenta para pegar, é um sinal de que reconhece o estímulo. O sorriso dessa interação diz tudo.

 

Abraçar faz bem, traz um enorme paz de espírito e isso todo mundo sabe. Mas sabia que acalma ataques de birras? Que ajuda no desenvolvimento cognitivo e imunológico? Que melhora vinculo pais e filhos? Que pode até salvar vidas? Sim, tudo isso embasado cientificamente! Veja neste post 5 razões cientificas para que abrace muito seu filho.

 

O que sabemos é que, em qualquer circunstancia, o abraço é bom demais: Quando estamos tristes ou desapontados, um forte abraço chega até a aliviar um pouco da dor. Quando estamos felizes, queremos compartilhar a alegria dando aos outros um abraço de urso. É o que sempre falo: ninguém nunca virou delinquente por que recebeu amor e carinho em demasia na infância. Geralmente é bem o contrário.

 

Agora vamos aos fatos?

 

1. O ABRAÇO AUXILIA NO CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO DAS CRIANÇAS

 

O cérebro de uma criança precisa de muita estimulação para crescer e se desenvolver. O toque físico é um dos estímulos mais importantes que podem facilitar o desenvolvimento saudável da criança (leia estudo em língua inglesa aqui). Uma pesquisa mostrou que, bebês que recebem 20 minutos a mais de estimulação tátil (toque) por dia durante 10 semanas, obtiveram pontuações mais altas nas avaliações de desenvolvimento.

 

Em um estudo da Duke University, pesquisadores descobriram que a falta de estimulação materna em filhotes de ratos levaram a uma diminuição no crescimento dos mesmos. Já os filhotes de ratos que tiveram mais estimulação do toque materno pesaram mais, aprenderam mais rápido, apresentaram melhor memória, melhor imunidade e exibiram um comportamento socialmente mais saudável.

 
2. ABRAÇOS COMO CALMANTES: REGULAM AS EMOÇÕES OPOSTAS

 

Não há remédio mais eficaz a um ataque de birra em uma criança em seus plenos 3 anos do que um abraço de sua mãe. Uma mãe pode acalmar uma criança angustiada só por pegá-lo e, inclusive, a criança começar a chorar se a mãe o soltar.

E por que raios isso acontece?

Segundo Parenting For Brain, o regulamento emocional funciona mais ou menos como um automóvel, onde há um pedal de aceleração  e um freio, cada um trabalhando separadamente para controlar a velocidade do carro. No nosso sistema nervoso, a área da excitação (simpático ou pedal de aceleração) e o da calmaria (parasimpático ou freio) funciona separadamente para regular nossas emoções.

 

Quando uma criança chora num ataque de birra a área de excitação é hiperativa, como se o condutor pisasse no acelerador até o chão e não fizesse o equilíbrio apertado os freios.

 

Crianças em estado de birra são exatamente como um carro fugitivo. O nível de hormônio do estresse (cortisol) no sangue aumenta a freqüência cardíaca, a tensão muscular e a ansiedade. Ao mesmo tempo, lado da calmaria fica desengatado.

 

Os abraços desencadeiam a liberação do hormônio do bem estar, a oxitocina, diminuindo o nível de hormônio do estresse e, assim, combatendo seus efeitos de ansiedade.

 

Abraçar não serve apenas para amenizar um ataque de birra, mas também acalma um criança, diminuindo excitação e ansiedade. Ao invés de berrar, dê ao seu filho um gostoso e apertado abraço. Afinal, pense comigo: Imagine que seu filho te desobedeça e saia desenfreadamente no veículo das emoções como se dirigisse um carro fugitivo. Ele não tem como parar porque o pedal do acelerador está preso e o freio está quebrado. Você deixa ele bater com tudo num poste porque você não quer recompensá-lo com atenção, com um abraço?

 

O que EU faço: paro o carro, resgato minha pequena e, só depois que está em si, dou-lhe um sermão. Isso não é gratificação da birra, você abraçando seu filho quando ele precisa não está incentivando-o a ser pior: Você está apenas ajudando-o a evitar um acidente emocional.

 

Abraçar uma criança angustiada durante uma crise não recompensa seu mau comportamento. Você está  dando-lhe apoio enquanto ele ainda aprende a regular suas emoções.

 

3. OS ABRAÇOS AUMENTAM A IMUNIDADE: FAZEM BEM PARA A SAÚDE

 

Ao nascer, os sistemas nervosos das crianças não são maduros o suficiente para regular grandes emoções por si próprios.

 

Durante o sofrimento/angustia/ansiedade, o alto nível de cortisol (hormônio do estresse) e, se a criança for deixada por um período prolongado de tempo nessa situação, este nível tóxico de hormônio do estresse terá impacto na saúde da criança, tanto física como mentalmente. Estudos mostram que a exposição excessiva ao hormônio do estresse pode comprometer o sistema imunológico da criança e afetar a memória e o raciocínio verbal mais tarde na vida. Também pode levar à depressão conforme a criança vai crescendo.

 

Abraçar não é apenas bom para a criança, mas também é bom para os pais. Quando os pais estão abraçando a criança, a criança está aplicando a estimulação tátil (toque) em seus pais, fazendo com que estes se sintam melhor (devido à oxitocina), ficando mais calmos (ramo calmante ativado) e mais saudáveis (maior imunidade). Ter um nível mais baixo de cortisol também irá levar a uma pressão arterial mais baixa e corações mais saudáveis (leia mais aqui). Olha só que beleza!

 

4. AUMENTA A AUTO-ESTIMA, MEDOS E O VÍNCULO PAIS E FILHOS

 

Não é de se espantar que abraços aumentem o vínculo entre pais e filhos, né?

 

Embora os resultados sejam ainda preliminares, alguns estudos sugerem que o abraço (proveniente do toque) pode aumentar a auto confiança da criança e ainda, reduzir os medos que acontecem por faixas etárias (estudo em inglês aqui).

 

5. O ABRAÇO PODE SALVAR UMA VIDA

 

Em 1995, os gêmeos, Kyrie e Brielle Jackson, nasceram prematuros de 12 semanas. Kyrie começou a ganhar peso e prosperar após o nascimento, mas Brielle não estava indo tão bem. Ela chorou muito, deixando-a ofegante por ar e virando-se de rosto azul. Sua freqüência cardíaca subiu e entrou em estado crítico.

 

Naquela época, a política hospitalar exigia que os gêmeos fossem colocados em incubadoras separadas para reduzir o risco de infecção cruzada.

 

Mas quando a enfermeira já tinha tentado de tudo, sem sucesso, colocou Brielle ao lado de Kyrie na mesma incubadora com a permissão dos pais: Quase imediatamente, Brielle se aconchegou até Kyrie, e ela começou a se acalmar. Seu nível de oxigênio sangüíneo assustadoramente baixo aumentou em poucos minutos. Enquanto cochilava, Kyrie colocou seu braço fino em torno de Brielle. A frequência cardíaca de Brielle começou a estabilizar-se e a sua temperatura corporal subiu para o normal.

 

 

Este milagroso “Abraço da Salvação” mudou desde então a prática da medicina infantil nos Estados Unidos.

E agora, o contato pele-a-pele ou canguru é usado pelos pais e cuidadores para estabilizar bebês prematuros.

Além do caso desses gêmeos icônicos, estudos mostram que prematuros ganham mais peso, têm menor internação hospitalar e amadurecem mais neuro-comportamentalmente quando são tocados e recebem estimulação tátil. Olha só o poder de um abraço!

 

Então, vá agora. Dê a seus filhos um abraço de urso bem forte e mostre a eles o quanto você os ama!

 

Se você não acreditar em nenhum desses monte de estudos que anexei neste post, uma coisa que mesma te garanto: abraçar seu filho de montão não lhe fará mal algum!

 

Fonte: Mamãe Plugada

Rafa Brites emocionou fãs e seguidores ao publicar uma bonita homenagem ao marido, Felipe Andreoli, na tarde deste domingo (19). Tudo começou quando o jornalista e apresentador publicou uma foto da mulher dormindo ao seu lado, enquanto ele cuidava do filho do casal, Rocco: “Bloco do lençol branco. Certeza que quando a Rafa Brites der uma olhada nessa foto vai querer me matar“.

A apresentadora publicou sua resposta algumas horas depois, em uma declaração muito doce e alguns pontos para refletir: só a mãe sabe cuidar do bebê? O pai faz errado ou faz diferente? Como pode ser essa relação?

Confira o texto na íntegra:

 

Pai não ajuda. Pai divide.
Pai não faz favor. Apenas faz.
Pai não fala a frase: 'Hoje estou de babá'.
Pai não carrega só bolsa do bebê, o carrega.
Não é o motorista enquanto a mãe vai no banco de trás. Essa posição pode inverter também.
Pai não pede pra mãe se pode fazer isso ou aquilo com o filho.
Pai de primeira viagem não era pai tanto quanto a mãe não era mãe. Eles aprenderão juntos. Isso não quer dizer que o banho seja da mesma forma. Que a fralda fique igual.
O pai não tem medo de errar. De derrubar, de afogar. Afinal de contas é o seu filho. Ele tem instinto. E essa palavra não deve ser usada apenas para as mães.
Pai lê os livros. Frequenta os cursos, não por medo dos hormônios da esposa grávida, ele quer, ele presta atenção. Anota. Pai senta no bar com os amigos e fica mostrando fotos do seu filhote. Ele cuida da recém mamãe. Ele ajuda na casa. O pai de menino vai ensinar seu filho a ser gentil, doce. Sua filha a ser forte, guerreira e vice e versa. Sem diferenças.
Eu amei conhecer o pai do meu filho.
Eu me entrego ao sono em paz pois a outra metade está ali… @andreolifelipe
Eu cuido de você. Você de mim.
E nós, dele”

Se nestas férias você está planejando levar o seu bebê à praia é importante tomar alguns cuidados com o sol, vestuário, alimentação e principalmente com acidentes que podem ocorrer como, por exemplo, queimaduras do sol, afogamento ou mesmo o desaparecimento do pequeno. Para muitos pode parecer exagero, mas basta se descuidar por um minuto para coisas sérias acontecerem, principalmente se o seu bebê já estiver andando.

Foi pensando nisso que o Mundo Mulheres separou algumas dicas para que você possa aproveitar ao máximo suas férias na praia junto ao seu bebê.

 

O bebê pode tomar banho de mar?

Até os três meses de vida, a imunidade do bebê é bem baixa, então até que ultrapasse esse limite, os médicos não recomendam que seja exposto à água do mar. Outro fator é que nesta idade os bebês não gostam de água fria e o contato com a água do mar pode ser bem desconfortável para eles.

O ideal mesmo é que ele entre na água salgada a partir dos 6 meses, lembrando que os pais primeiro devem se certificar da qualidade da água e principalmente da limpeza da praia, pois como a imunidade dos pequenos ainda é baixa, ele pode contrair problemas de pele e até doenças mais sérias.

 

Qual o melhor horário para ir à praia com o bebê?

Independente se você vai com o bebê ou não, o melhor horário para ir à praia é sempre antes das 10 horas da manhã e após as 16 horas. Isso porque fora desses horários o sol é muito mais forte, podendo causar queimaduras e insolação, principalmente em bebês que são bem mais frágeis.

 

Qual o melhor horário para ir à praia com o bebê?

Independente se você vai com o bebê ou não, o melhor horário para ir à praia é sempre antes das 10 horas da manhã e após as 16 horas. Isso porque fora desses horários o sol é muito mais forte, podendo causar queimaduras e insolação, principalmente em bebês que são bem mais frágeis.

 

O bebê pode usar protetor solar?

Segundo especialistas somente bebês acima de 6 meses podem usar protetor solar, pois sua pele ainda é muito fina, sensível e permeável, estando sujeita à intoxicação pelas substâncias químicas do protetor. Então os bebês mais novos devem evitar ao máximo o sol, sendo que o ideal é mantê-lo sempre na sombra de preferência com roupa de algodão e linho de cores claras, além de um chapéu. Vale ressaltar que o guarda-sol não evita que os raios solares passem por ele, então a sombra do guarda-sol não é confiável.

 

O que dar de comer para o bebê na praia?

Segundo especialistas é melhor evitar dar alimentos de barracas e ambulantes, e principalmente sorvetes de marcas desconhecidas. O ideal mesmo é levar para a praia em uma bolsa térmica comidas e bebidas de casa ou mesmo do hotel em que possa estar. Vale lembrar que até a água de coco natural que é vendida na praia pode ser perigosa para o seu bebê, pois alguns locais podem não fazer o armazenamento correto do coco. Os alimentos mais recomendados para levar na praia caso o seu bebê já se alimente com comida sólida são bolacha de água e sal e maisena, biscoitos de polvilho, frutas, água, suco e água de coco.

 

O que não pode faltar na sacola do bebê?

Alguns itens são fundamentais para que o seu bebê possa ficar o mais confortável e protegido possível, por isso é importante arrumar a sacola do bebê com um pouco de antecedência para ter certeza de que não irá esquecer-se de nada. Confira as nossas sugestões.

Caso o seu bebê já sente e também brinque, baldes, pás e brinquedinhos de areia não podem faltar.

Chapéu ou mesmo boné não podem faltar, pois são indispensáveis para a proteção da cabeça do bebê, mesmo que esteja de baixo do guarda-sol e com protetor solar.

Fraldas também não podem ficar de fora, pois caso faça xixi ou cocô e não for trocado logo, as chances de assadura devido ao calor são bem maiores.

Lenço umedecido são grande aliados das mães nas trocas de fralda, além de ajudarem na limpeza das mãozinhas e pezinhos que podem ficar sujos.

Piscina inflável pequena pode ser uma boa alternativa para refrescar o seu bebê, mas é preciso ficar sempre junto e ter cuidado com a quantidade de água de irá colocar.

Lembre-se também de levar sempre mais que uma toalha para que o bebê possa se secar e ainda improvisar um cantinho limpo quando o sono do pequeno bater.

Outro item indispensável em determinados tipos de praia é o repelente, que irá conter o ataque dos insetos. Mas vale lembrar que existe formulas especiais para bebês, e não deve ser aplicado em bebês abaixo de 6 meses.

Seja para brincar ou para fazer uma tarefa escolar, o grafismo na infância está presente desde muito cedo. Basta que a criança consiga empunhar um giz de cera para que ela comece a se expressar. Veja como enriquecer ainda mais esse momento

 

De repente, o papel branco ganha rabiscos, formas e cores. A mão, ainda tão pequena, faz  os desenhos mais diferentes que você já viu na vida.

- Mãe, olha, fiz um jacaré!

 

Você, claro, sorri, diante daquele monte de traços malucos espalhados pelo papel. Toda criança gosta de desenhar e, apesar de parecer apenas uma brincadeira, isso faz parte do desenvolvimento do seu filho. Tanto é que uma pesquisa feita pelo Instituto de Psiquiatria da Universidade Kings College London, no Reino Unido, mostrou que o desenho pode ser um indicador da inteligência de cada um no futuro.

 

Para chegar a esse resultado, os pesquisadores analisaram 15.504 crianças de 4 anos. Os pais pediram que elas fizessem um desenho, que recebeu uma nota em uma escala de 0 a 12. Essa pontuação levou em conta se a criança desenhava o corpo humano completo, ou seja, com cabeça, tronco, pernas e braços.

 

Dez anos mais tarde, quando os desenhistas já tinham 14 anos, eles passaram por um teste de inteligência. Os cientistas, então, perceberam que, quem teve notas mais altas nos desenhos feitos aos 4 anos, também foi melhor nas avaliações.

 

Segundo a pesquisadora Rosalind Arden, que liderou o estudo, os pais não precisam se preocupar se a criança não desenha bem, já que existem outros fatores fundamentais, como a genética e o ambiente, para o desenvolvimento da inteligência. “O mais importante é oferecer todos os recursos para que a criança desenhe à vontade, o quanto quiser”, explica o pedagogo Lino de Macedo, membro do Instituto PENSI (Pesquisa e Ensino em Saúde Infantil), do Hospital Infantil Sabará (SP).

 

O que seu filho aprende desenhando

 

Enquanto desenha, seu filho adquire muitos aprendizados. O primeiro deles é controlar o giz de cera, o lápis ou a caneta. Usar o dedo indicador e o polegar, em um movimento de pinça, é resultado do desenvolvimento da coordenação motora fina. Ao escolher o que desenhar, mesmo que os traços sejam entendidos apenas por ele, a criança está expressando seus pensamentos. Sim, desenhar é uma forma de comunicação. “É uma maneira de demonstrar sua percepção do mundo à sua volta, da situação que está vivendo”, diz a educadora Lisie De Lucca, coordenadora de cultura do Colégio Porto Seguro, em São Paulo.

Diferente do desenvolvimento motor, por exemplo, em que os passos se tornam cada vez mais firmes com o passar do tempo, o desenho não apresenta um crescimento linear. Ou seja, seu filho pode voltar a fazer garatujas (traços iniciais) mesmo que já tenha aprendido a desenhar algumas formas. Não há problema algum nisso. “É importante que os pais não tentem direcionar os traços para o ‘jeito certo’ ou ‘mais bonito’”, alerta a educadora Suzy Vieira de Souza, coordenadora de Educação Infantil do Colégio AB Sabin (SP). Muitas crianças chegam ao Ensino Fundamental com a expressividade bloqueada justamente por causa desse corte que tiveram na infância.

Além disso, é comum ver pais e mães preocupados com o desenho do filho, fazendo quase uma leitura psicológica. Vale lembrar que esse tipo de interpretação cabe apenas a profissionais habilitados, como psicólogos e psicopedagogos, em ambientes como consultórios, que possuem outras ferramentas para uma correta análise.

 

Como incentivar


Ofereça materiais diversos
Papéis coloridos e de diferentes tamanhos e gramaturas, giz de cera, lápis de cor, canetinhas, tintas e pincéas. É importante que a criança tenha acesso a variados materiais para desenhar, criar e se expressar. Cada um vai proporcionar um desenho diferente. Quanto maior a variedade, mais experiências.

 

Aumente o repertório
Leve seu filho ao parque, a exposições de arte, a museus, ao zoológico. Mostre fotografias e conte histórias apresentando as ilustrações do livro. É assim que ele aumenta as referências (e a criatividade) para desenhar.

 

Ajude-o a observar e reparar nos detalhes
Procure despertar o olhar do seu filho. Use o cotidiano. Chame a atenção dele para uma janela grande, para as cores da água do mar, até para o desenho no chão com as gotas de água saídas de um regador, por exemplo. Descubram juntos texturas, formatos de folhas e de nuvens...

 

Proponha um desafio
Durante um desenho em família, ofereça um tema para o seu filho. Pode ser um animal ou uma situação. Mas resista à tentação de criar modelos, ou seja, comparar o seu trabalho com o dele, corrigir ou mostrar qual é o mais bonito.

 

Para desenhar, use papéis em branco
Para que seu filho possa usar a própria criatividade livremente, o ideal é que ele tenha acesso a papéis em branco. Só dessa forma, ele pode fazer o que quiser. Quando você oferece um desenho para ele colorir, ele passa a entender que aquele é o modelo certo e bloqueia sua imaginação. É claro que, de vez em quando, não há problema algum pintar um desenho, mas desde que isso não se torne uma regra, ok?

 

Fonte: Revista Crescer

 

 

O chá de fraldas é um momento especial para a mamãe e pode ficar ainda mais legal com as brincadeiras. Por isso, selecionamos 18 brincadeiras para chá de bebê ou chá de fraldas. Confira e divirta-se!

 

Baby Bingo
Os convidados vão receber cartelas com palavras ligadas ao mundo dos bebês. Então, a mamãe irá escrever as palavras que estão nas diversas cartelas e colocá-las em um recipiente. A gestante começa o sorteio, retirando uma palavra por vez e lendo-as em voz alta.  Quem completar a cartela primeiro ganha! O vencedor pode receber um brinde fofo.

 

Adivinhação do presente

Para adivinhar o presente vale chacoalhar, apertar, só não pode abrir. A cada erro a mamãe precisa pagar prendas, como ter que beber algum líquido não alcoólico de uma mamadeira, ter o rosto ou barriga pintados, etc.

 

Adivinhe quem deu

Antes de darem os presentes, cada convidado pode colar uma folha com algumas dicas sobre si, como: magrinha e engraçada. Os convidados podem pedir que outras pessoas escrevam a descrição no papel para que a mamãe não reconheça o convidado pela letra. Quando receber o presente ou fralda a mamãe terá que adivinhar quem deu com base nas dicas. A cada erro, ela deve pagar uma prenda, como ter que beber algum líquido não alcoólico de uma mamadeira, ter o rosto ou barriga pintados, etc.

 

Qual o tamanho da barriga?

Dê fitas de presentes para cada convidada. Elas devem cortar as fitas no tamanho que acham que tem a barriga da mamãe. Depois, as convidadas colocam a fita em torno da barriga da gestante e descobrem quem acertou.  O vencedor pode ganhar um brinde!

 

Baby stop

Cada convidada recebe um papel e caneta, quando a mamãe disser já, “as competidoras” devem escrever o maior número de palavras possíveis sobre o universo dos bebês.  Tudo isso deve ocorrer dentro de um limite de tempo determinado pela mãe, como um minuto. Quando der o tempo, a mamãe deve falar “Baby stop” e quem escrever mais palavras ganha!

 

Cápsula do futuro

Separe papel e caneta para que as convidadas e os pais possam escrever mensagens para o bebê ler no futuro. Esses papéis são colocados em um recipiente, pode ser um pote com tampa, uma caixa que possa ler lacrada ou um cofre. Os pais e as convidadas combinam uma data futura para abrirem a caixa e podem tirar uma foto para registrar o momento especial.

 

Convidados vendados

Separe fitas para vendar os olhos das convidadas. Com os olhos vendados, elas devem fazer um desenho do bebê. Ganha quem fazer o melhor desenho.

 

Papai vendado

O papai será vendado. Então, ele terá uma missão, pode ser trocar a fralda de um boneco ou colocar a roupinha no boneco, entre outras. Sem enxergar, ele vai depender dar orientações da mamãe para realizar as tarefas!  

 

Sopa de letras

Recorte as letras que formarão uma palavra relacionada ao mundo materno, por exemplo, as letras: F, R, A, L, D, A, S. Embaralhe essas letras e apresente as convidadas para que elas adivinhem a palavra.

 

Troca de fraldas

Cada convidada deve trocar a fralda da boneca no menor tempo possível, elas não devem esquecer de limpar o bumbum e passar a pomada! Quem for mais rápida ganha!

 

Conselhos e mensagens fofas

Dê papel e caneta para as convidadas e peça para que elas escrevam mensagens fofas ou conselhos para a futura mamãe. Depois a mamãe pode ler cada texto em voz alta e depois a autora revela sua identidade.

A prática de uma atividade física está recomendada para a maioria das mulheres grávidas. O exercício físico é fundamental durante a gestação, porque traz benefícios tanto para o bebê como para a mulher, controlando seu peso, melhorando seu condicionamento físico, e atuando positivamente no seu estado de ânimo, psicológico e social.

No entanto, se estiver grávida e desejar praticar algum exercício físico, o mais aconselhável é que consulte primeiro ao seu médico sobre os exercícios que pode praticar. A gravidez nao tem porque impedir que a mulher faça ginástica, mas se contar com o aval do médico, melhor para a saúde da mãe como do bebê.

 

Os benefícios do exercício físico durante a gravidez

Os resultados da prática de exercícios físicos durante a gravidez são muito positivos. A mulher que pode desfrutar dessa atividade, se sentirá melhor em todos os sentidos. O exercício a ajudará a:

 

1- Sentir-se mais controlada e com mais energia e vitalidade.

2- Tonificar os músculos das costas, evitando dores, e fortalecendo sua postura.

3- Equilibrar o movimento intestinal.

4- Ativar e fortalecer os movimentos das articulações.

5- Conciliar o sono com mais facilidade.

6- Controlar o estresse e a ansiedade.

7- Melhorar o aspecto da pele.

8- Controlar a respiração e a dor durante o parto.

9- Não acumular gordura durante a gravidez e a recuperar a forma física depois da gravidez.

 

Conselhos para começar a fazer os exercícios físicos na gravidez.

 

1- Comece gradualmente, de 5 minutos diários, até os 30, agregando 5 minutos a cadsa dia.

2- Além de vestir uma roupa cômoda e folgada, coloque um sutiã adequado para proteger os seios.

3- Beba muita água.

4- Evite fazer exercícios se estiver doente.

5- Observe e comente com seu médico no caso de que observe algum incômodo no seu corpo, como cansaço, enjôos, dificuldade para respirar, dor nas costas, taquicardias. Nosso corpo é sábio, e pode ser que esteja avisando de que algo não está bem. Atenção!!

 

Ao decidirem engravidar, as mulheres tomam várias precauções para que a gestação seja um período tranquilo e o bebê nasça com saúde, mas elas podem esquecer que a saúde bucal precisa ser uma das suas atenções prioritárias. São cuidados que devem ser adotados previamente pela mãe e estendidos ao bebê desde o nascimento, não somente quando surge o primeiro dentinho.

“A gestação não é causa direta de problemas bucais, entretanto as alterações hormonais que ocorreram no período podem favorecer condições pré-existentes e gerar desconfortos à gestante. Da mesma forma, as náuseas e enjoos frequentes no primeiro trimestre podem dificultar a higiene bucal diária”, disse o dentista José Henrique Sasso, responsável pela clínica que atende o plano odontológico OdontoMãe.

Porém a boca é a porta de entrada de muitas doenças, além de, se não for escovada, poder gerar periodontite (inflamação dos tecidos que envolvem os dentes), uma possível causas do parto prematuro, segundo o dentista, já que toda inflamação gera a possibilidade de um bebê nascer antes da hora.

Estudos recentes mostraram que um processo inflamatório crônico decorrente da doença periodontal estimula o aumento da produção da prostaglandina, uma substância hormonal responsável indiretamente pelo aumento das contrações intrauterinas, podendo dessa forma acelerar o trabalho de parto.

Por esse motivo José Henrique recomenda que a grávida faça um pré-natal odontológico, em que a mãe receberá orientações sobre como manter a integridade, o equilíbrio e a harmonia dos dentes da grávida e do bebê.

A mãe também deve prestar muita atenção nos dentes porque ela perde cálcio durante gestação. O consumo desse nutriente, assim como o de outros, no período, é muito maior por parte do corpo, pois o metabolismo da mulher fica muito rápido, de acordo com o obstetra Julio Elito Junior, professor livre-docente do Departamento de Obstetrícia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Por isso tantas grávidas tomam suplementação alimentar.

Já em relação à gengiva, a grávida não deve se preocupar com leves sangramentos, pois todas as suas mucosas têm mais facilidade de sangrar durante a gestação.

A grávida está liberada até se quiser fazer um procedimento odontológico, porém o obstetra sugere que se evite o primeiro trimestre da gestação. “O segundo trimestre é o ideal para fazer um procedimento porque, no terceiro semestre, por causa do aumento do peso, a grávida pode sentir muito desconforto na recuperação de um procedimento odontológico”, afirmou o obstetra. Já se a gestante quiser colocar um implante, mas o problema em sua boca não for muito sério, Julio orientou que a mulher espere para fazer isso após o fim da gravidez.

Quando as mulheres ficam grávidas, é normal já começarem a prometer que não farão uma enorme lista de coisas com seus filhos. Mas, se você já passou por isso, deve saber que tudo muda com a chegada do bebê e que as coisas não são exatamente como achamos que ia ser.

A Revista Pais & Filhos, lançou a pergunta na página do Facebook: “o que você falou que não ia fazer na gravidez, mas acabou fazendo?”. Confira as respostas de mais de 200 leitoras que, assim como quase toda mãe, ‘pagaram a língua’.

 

Daniela Floriano revelou que só tinha intenção de colocar o filho para assistir televisão por volta dos 5 anos, até descobrir que tinha que fazer faxina. “Santa Galinha Pintadinha. Hoje em dia eu entendi que há males que vem para o bem. É melhor assistir Peppa Pig ou Casa do Mickey do que cair e se machucar no chão ensaboado da cozinha”, escreveu.

A leitora Thaise Edson também voltou atrás com a promessa: “Eu? Balançar bebê para nanar? Até parece! Jamais! Vou colocar no berço e vai dormir sozinho! Falou a moça que está com os braços calejados de tanto balançar o bebê”, contou no post.

Ceder as manhas do filho foi uma das grandes tentações que acabaram fazendo Thais Nascimento descumprir o que havia estipulado antes de engravidar. Mas ela afirma que conseguiu cumprir algumas metas, como amamentar até os dois anos e não deixar o filho usar chupetas.

Veja mais alguns comentários e conte pra nós se você teve uma experiência parecida:

– “Falei que não ia vestir minha filha de rosa e nem fazer ‘mesversário’. Ela só tem roupa rosa, mas continuo tentado comprar outras cores. E o ‘mesversário’? Ah, impossível. Já programei os 11 meses. Muito bom!” – Aline Turano

– “Falei que não ia colocar faixas de cabelos na minha princesa. Hoje em dia, ela tem uma gaveta cheia de faixas e laços. Cada vez que saio, compro uma diferente pra ela!” – Juliana Simon Fernandes

Muitos comentários falaram sobre não deixar os filhos dormirem na cama dos pais. Além disso, a frase “meu filho não vai fazer birra” também apareceu com frequência entre promessas que não foram cumpridas. E não fiquem preocupadas se vocês também tiveram que mudar as decisões que tinham tomado. Maternidade é isso: se adaptar o tempo todo.

 

Fonte: Revista Pais & Filhos

Uma escola de Baltimore, em Maryland, está deixando pra trás aquela velha história do castigo! No Colégio Robert W. Coleman, esse método tradicional de advertência está sendo substituído pela meditação. Bacana, não é?

Isso significa que as crianças que aprontaram são levadas para um cômodo parecido com um quartinho do pensamento. Lá, elas se acalmam, praticando exercícios de respiração e ioga. O próximo passo, é refletir sobre o que eles fizeram, expressando em voz alta para uma pessoa da escola.

O colégio criou o quarto com a ajuda da Fundação de Vida Holística (em tradução livre), uma organização sem fins lucrativos que promove o bem-estar entre crianças e adultos carentes. Até agora, os resultados têm sido bem significativos. Pra gente ter uma ideia, de acordo com o cofundador da iniciativa, Andres Gonzales, a escola não teve uma única suspensão no último ano.

Nós amamos a ideia e o jeito com que a escola está reinventando a pedagogia e a educação das crianças. Que tal se inspirar e implementar o método nas instituições brasileiras? Pense na escola dos seus filhos e sugira aos professoras, diretores e coordenadores. Pode ser um avanço para a educação!

 

 

Por mais que os cirurgiões-dentistas reforcem sempre a importância de uma boa escovação dental para a saúde geral da população, são poucos os adultos e crianças que fazem uma perfeita higiene dos dentes e da boca. De acordo com o doutor Artur Cerri, pai de Rodrigo e André, coordenador da Escola de Aperfeiçoamento Profissional da APCD (Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas), a correta higiene dos dentes e da gengiva é um ponto crítico para toda a saúde bucal.

 

“Mesmo quem escova os dentes no mínimo duas vezes por dia não está livre de doenças se essa tarefa não é realizada de maneira adequada. A cárie é a principal delas, mas a situação pode piorar com o tempo caso não haja uma mudança no padrão adotado. É o caso das inflamações e infecções, que podem, inclusive, migrar para outras partes do corpo.” 

 

A seguir, o dr. Artur Cerri aponta os seis principais erros cometidos ao escovar os dentes e ensina a adultos e crianças o que deve ser feito:

 

1. Escovar os dentes imediatamente depois de comer

 

Logo depois das principais refeições, ou mesmo após comer uma fruta ou um doce, algumas pessoas seguem direto ao toalete para escovar os dentes. Apesar de ser uma atitude louvável – sinalizando que a pessoa se importa com a saúde bucal – vale ressaltar que o ideal é, primeiramente, fazer um bochecho com água para reduzir a acidez e só depois realizar a escovação. Dessa forma, a acidez bucal diminui e a correta higienização é facilitada – protegendo o esmalte dos dentes.

 

Não use creme dental de adultos em crianças – justamente porque a formulação para adultos tem uma concentração maior de componentes que podem não fazer bem aos pequenos (flúor, em especial). Resumindo: criança pequena tem de usar escova pequena e pasta de dente infantil.

 

2. Ser rápido demais ao escovar os dentes

 

Infelizmente, ainda tem muita gente que escova os dentes “por obrigação”. Ou seja, a pessoa compreende a importância desse hábito diário saudável, mas é vencida pela preguiça – e acaba escovando os dentes rapidamente, sem fazer uma boa limpeza. É importante saber que uma boa escovação dental não acontece em menos de dois minutos. As pessoas ficariam surpresas ao saber quanto um minuto a mais de escovação pode fazer pela saúde bucal.

Uma dica legal para ajudar a incentivar as crianças a adotarem esse hábito é praticá-lo junto com elas. Desde pequeno, o bebê pode receber massagens na gengiva com o propósito de limpar a boca e eliminar o excesso de açúcar do leite. Assim que os dois primeiros dentes despontarem, os pais podem começar o exercício da escovação, tornando esse hábito familiar à criança. Há dedeiras especialmente desenvolvidas para a higiene oral dos bebês. Depois, opte por comprar escovas pequenas, de cerdas macias, coloridas. O ideal, no começo,  é usar água morna – a fim de não provocar nenhum estranhamento por parte da criança.

 

3. Não dar a mesma atenção a todos os dentes

 

É comum pessoas começarem a escovar os dentes com vontade e ir perdendo interesse aos poucos, limpando muito mal algumas partes. Tem gente, inclusive, que só usa fio dental nos dentes da frente. Isso está completamente errado! Dividindo a boca em quatro partes (lados direito e esquerdo, em cima e embaixo), devemos escovar cada parte por pelo menos trinta segundos – sem esquecer de escovar também a língua.

O ideal é escovar os dentes da criança duas vezes ao dia: de manhã, após o café da manhã, e antes de ir para a cama. Tente escovar de forma suave, com movimentos constantes, por dois minutos – dando atenção especial aos dentes molares (de trás), porque é onde normalmente surgem as primeiras cáries. Alerta: não adianta escovar os dentes antes de ir para a cama se a criança, depois de deitada, ainda vai tomar mamadeira. Procure adotar uma rotina que inclua a escovação dos dentes como último cuidado antes de dormir.

 

4.  Colocar muita força na escovação

 

Está certo que um dos propósitos da escovação é remover manchas e restos de comida. Mas não é necessário limpar os dentes como se estivesse polindo prata. Ao aplicar muita pressão na escovação, quem acaba saindo no prejuízo é o esmalte dental, que tem justamente a função de proteger os dentes das bactérias. Além disso, o esmalte é a parte mais clara do dente. O ideal é fazer movimentos circulares, tendo em vista que escovar não significa esfregar com força. Para os que têm dificuldade em controlar a força, uma solução é adotar escovas elétricas com sensores de pressão.

 

5. Não enxaguar o suficiente

 

Depois de uma correta escovação, enxaguar a boca é um passo muito importante e que muitas pessoas, por pressa, não dão a devida atenção. Ao lavar bem a boca, o indivíduo se livra de várias partículas, como restos de comida, que poderiam contribuir para a formação das temíveis placas bacterianas. Por isso, vale a dica: enxágue bem a boca antes e depois da escovação, com bastante água limpa e fria.

 

6. Descuidar da limpeza e da substituição da escova

 

A escova de dente é uma ferramenta fundamental para que seja feita uma perfeita higiene oral algumas vezes ao dia. Por ser bastante requisitada, ela também deve ser devidamente limpa logo após cada escovação para não acumular restos de alimento e se transformar numa colônia de bactérias. Além disso, esse instrumento tão importante para a saúde deve ser substituído por um novo ao menos três vezes ao ano. Existem modelos de escovas que indicam quando sua vida útil está chegando ao fim. O custo-benefício vale muito a pena, já que manter a saúde bucal é fundamental para ter boa saúde geral.

Para tornar essa atividade divertida para as crianças, deixe que elas escolham a escova com que mais se identifica. Hoje em dia, quase todo personagem de desenho acaba indo parar nas escovas, xampus e demais produtos de higiene infantil. Troque de escova a cada três ou quatro meses.

 

Fonte: Revista Crescer



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